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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Da Bíblia à missão

No mês de setembro comemoramos São Jerônimo, o tradutor da Bíblia para o latim. Sua tradução, chamada Vulgata, até nossos dias é usada por nós católicos e é fonte de estudo das Sagradas Escrituras. Ele aceitou em sua época (séc. IV e V) o convite do papa Dâmaso de ir à Terra Santa para cumprir sua missão mais próxima possível das origens da Palavra de Deus. Por esta razão, reverenciamos a Bíblia de um modo especial em setembro, mês em que nos lembramos deste grande santo da Igreja.
Por outro lado, ao terminarmos o mês de setembro, entramos no mês missionário, onde celebramos no dia 1º, Santa Terezinha do Menino Jesus, a padroeira das missões. Ela, muito embora não tivesse saído do Carmelo para se tornar missionária em terras distantes, tornou-se modelo de persistência missionária, ao enfrentar todas as adversidades a fim de manter-se fiel à sua vocação, além de cumprir o papel principal do missionário: a oração.
Que relação tiramos destes santos? Ambos, em tempos diversos, procuraram viver a missão confiada a si por Deus através da oração e do anúncio da Palavra, fonte de inspiração à pregação missionária.
A Boa Notícia do Evangelho é a resposta que devemos dar ao mundo que padece por falta de Deus. A missão é a nossa resposta diante da Palavra de Deus, um compromisso firmado por nós para que possamos levar ao mundo aquilo que ele mais precisa.
No mês de outubro, mês das missões, possamos colher os frutos da Palavra e assim, sejamos enviados a anunciá-la a todas as pessoas de bem. Desta forma, colaboramos com a transformação do mundo que clama cada vez mais por Deus.


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Padre Luiz Martins completa um ano à frente de nossa paróquia

No dia 30/09 completa um ano que o Padre Luiz Martins está à frente de nossa paróquia. Para quem se lembra, foi uma linda festa, daquelas que há muito tempo não se via em nossa igreja. Prova disso é que a igreja estava completamente lotada na ocasião. A missa foi muito bonita e contou com a presença de quase todos os padres de nossa forania, além da presença do vigário episcopal. Foi um momento tão importante para nós que não cai no esquecimento jamais.
Pois bem, longe dos saudosismos, voltemo-nos ao assunto principal: a presença do Padre Luiz Martins em Granada. Vejamos as coisas boas que já aconteceram em apenas um ano. Só não vê quem não quer. Além de tudo, encontramos em toda a extensão de nossa paróquia só elogios ao nosso padre.
Na missa de domingo, 27/09, à noite, o Padre Luiz Martins pediu oração e disse que também está rezando por nós. Esta foi uma vitória da nossa paróquia, mas sobretudo é um desafio que está sendo enfrentado e vencido pelo padre, já que ele é tão novo no ministério. De nossa parte, só temos a agradecer a Deus pela sua presença entre nós. Que possamos comemorar outros muitos anos com o padre Luiz Martins e possamos, com o tempo, colher muitos frutos daquilo que está sendo plantado em nossa paróquia por ele com a nossa participação. A paróquia assume a cara do seu padre e, com certeza, um padre bom só pode formar uma paróquia boa. Estamos tentando trilhar o caminho e se Deus nos ajudar mais, atingiremos níveis muito melhores.


Santa Efigênia celebra sua padroeira

No último sábado, dia 26/09, a comunidade de Santa Efigênia, conhecida por alguns como Patrimônio, celebrou a sua padroeira com festa e celebração da Santa Missa. Além do povo daquela comunidade, uma parte do coral de Granada esteve presente para ajudar a abrilhantar a festa.
Há uns oito anos, a antiga capela de Santa Efigênia foi demolida para dar lugar a uma nova igreja, obra que foi iniciada pelo Padre José Geraldo da Silva (Pe. Juquinha). Ultimamente, a comunidade, mesmo em meio à sua pobreza material, resolveu dar continuidade à construção da igreja, o que alegra toda a nossa paróquia, já que Santa Efigênia, junto com Bicuíba, é uma comunidade antiga de Granada. O padre Luiz Martins está se empenhando e incentivando o povo da comunidade a continuar a obra e encerrá-la, a fim de que haja um local digno para o culto e os momentos de oração e reunião da comunidade.
Na época da demolição da igreja, o povo acabou perdendo a imagem de sua padroeira que foi completamente quebrada. Como prova da unidade de nossa paróquia, a comunidade de Bicuíba doou uma imagem de Santa Efigênia para a comunidade que seria entronizada solenemente na missa festiva do dia 26/09. Em virtude do mau tempo, e já que Bicuíba fica longe de Santa Efigênia, não foi possível a ida dos representantes à comunidade, mas as oportunidades não faltarão.
Parabéns à comunidade Santa Efigênia!


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Abrir os ouvidos e o coração

         A Palavra de Deus precisa ultrapassar o sentido da audição e entrar na alma da gente como quem escuta com o coração. Ela foi dirigida por Deus a nós por meio de gente como nós. Por isso, Deus se comunica conosco da maneira mais simples que poderia comunicar: põe-se entre nós e nossa história, transformando-nos e formando-nos pela sua Palavra.
          Ela é viva e eficaz (Hb 4,12), sacode o nosso ser. Pede de nós atitude. Uma atitude cristã frente ao mundo que necessita do nosso testemunho. São tantos os problemas da humanidade que nós cristãos devemos nos colocar firmes como quem ouve o próprio Deus falar direto a nós.
           A Palavra de Deus também é doce e suave (Sl 119,103), de onde nossa atitude deve ser cheia de humanidade. É dela que aprendemos o mandamento do amor (Jo 15,12-13), pois ninguém dá maior prova de amor do que aquele que se entrega pelos outros.
           Aprendemos na Palavra o caminho certo, por onde devemos seguir (Jo 14,6). Aliás a Palavra de Deus é uma luz a guiar o nosso caminho (Sl 119,105). Nunca saímos do rumo quando a ouvimos com o coração.
           Enfim, na Palavra de Deus, colocamos toda nossa certeza e confiança, pois ela é também presença de Deus entre nós, é Ele mesmo a nos dirigir sua palavra. Se sabemos quem somos, e, como cristãos, sabemos, foi dela que aprendemos, foi do próprio Deus.
           Neste mês da Bíblia possamos dar o devido destaque à Palavra, colocando-a em nossa vida, ouvindo-a com o coração e a alma, para além dos ouvidos. E que o próprio Deus continue presente entre nós.


domingo, 6 de setembro de 2009

Setembro: Mês da Bíblia


Há 38 anos a Igreja do Brasil celebra no mês de setembro o Mês da Bíblia. A celebração teve sua origem na arquidiocese de Belo Horizonte, em 1971, e foi se espalhando para todo o Brasil.

O objetivo do mês da Biblia, segundo a assessora da Comissão Bíblico-Catequético da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Maria Cecília Rover, é infundir no povo a convicção de que a Palavra de Deus é, por excelência, o livro que deve ser inserido na vida de cada pessoa. Fazer com que as famílias sintam necessidade de ter uma Bíblia em casa e incentivar a reunião das comunidades para o estudo e a vivência da Palavra de Deus.

“A centralidade da Palavra de Deus tem impulsionado a vida e a ação evangelizadora da nossa Igreja. A redescoberta da Sagrada Escritura e o seu uso constante por todas as Igrejas Cristãs no Brasil tem sido muito significativo para o processo e crescimento da experiência da fé das comunidades espalhadas pelo nosso imenso país”, afirmou a assessora da CNBB.

Sobre o mês da Bíblia, o membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, dom Jacinto Bergmann, explica que setembro é dedicado de forma especial “à Palavra de Deus”, e que o período é um estímulo para os fiéis se tornarem responsáveis pela causa de Jesus por meio do discipulado. “Isso também nos ajudará a sermos mais discípulos missionários de Jesus Cristo - Caminho certo, Verdade segura e Vida plena”, enfatizou.

Para este ano o livro proposto é a Carta de São Paulo ao Filipenses, cujo tema é “Alegria de servir no amor e na gratuidade” e o lema: “Tende em vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus” (Fl 2,5).


Pedagogia litúrgica - mês de abril de 2011

Abril pode ser definido como o grande “mês pascal” da Liturgia. Na realidade todos os meses celebram o dom da Páscoa, mas este se faz mais evidente, porque nele torna-se palpável a passagem da vida divina em nossas celebrações e em nossas vidas. É assim com Jesus passando e iluminando nossas cegueiras (4DQ), é assim com Jesus derrotando a morte em Lázaro para que faça sua Páscoa, saindo da morte para voltar a viver (5DQ).

Esta característica pascal se manifesta na alegria da “Dominica laetare”, que exulta de alegria pela proximidade da Páscoa de Jesus Cristo (4DQ). Exultação de alegria manifestada na simbologia da luz de Jesus Cristo, capaz de iluminar a escuridão de olhos cegos para se viver na verdade do Evangelho, correspondendo à vocação cristã de se deixar iluminar pelo Evangelho. A cura do cego nato demonstra como Jesus ilumina a vida do batizado e promove nele a graça de participar da nova criação, propondo-lhe um novo estilo de viver (4DQ), revestindo-nos com a veste da vida divina, oferecida pelo próprio Jesus Cristo, para não compactuarmos com a cultura da morte, mas sempre com a promoção da vida (5DQ). O cristão não é um monte de ossos ressequidos, pois seu corpo é morada do Espírito de Deus, quer dizer, do Espírito que enche a vida humana com a vida divina. O cristão que se faz discípulo de Jesus não vive em sepulturas, mas na festa da vida (5DQ).

Diante da Cruz

Um bom modo de viver a Semana Santa é colocar-nos diante da Cruz de Jesus Cristo. No momento da crucifixão, três grupos de pessoas passaram diante da Cruz: aquele povão, que buscava um pop-star, mas se decepcionou quando o viu fazendo a vontade do Pai, os intelectuais com uma cultura incapaz de compreender a lógica divina, e os malfeitores, que foram crucificados com Jesus, um de cada lado. Em qual destes grupos você se identificaria, hoje. A resposta só pode ser dada depois de refletir profundamente como você vive a vida cristã, se próximo ou distante de Deus. Mas, existem outros convites para se entrar bem na Semana Santa. Jesus, por exemplo, passou aquela Semana marcada pelo sofrimento fortalecendo-se na certeza que voltava ao Pai. É com este espírito que ensina o caminho através do serviço, pelo gesto do lava-pés. Um gesto de serviço, que não nos deixa desanimar diante da visão da Cruz. Mesmo assim, é preciso reconhecer que perguntas e questionamentos jamais cessaram (nem cessarão) diante do sofrimento; de todas as formas de sofrimento. De algum modo, todos beberemos (alguns irmãos e irmãs bebem) deste cálice tão amargo para a humanidade. Diante desta Cálice, que Jesus pede para ser afastado, é possível presenciar em Jesus a sede de fazer a vontade do Pai. O cálice da vontade do Pai é mais importante que o medo do cálice do sofrimento e da morte. O Pai reconhece o amor de Jesus, aceita seu sacrifício e o livra da morte, ressuscitando-o.

Diante da Ressurreição

A força da Páscoa não se esconde somente no fato histórico, acontecido em Jesus Cristo. Mais que uma realidade histórica, é também uma realidade que aconteceu na vida de Jesus Cristo: ele morreu e o Pai o ressuscitou. É também uma realidade que se atualiza em nossos dias, nos sacramentos celebrados na Igreja, através do testemunho vivo dos discípulos de Jesus, na promoção da vida onde a humanidade (de hoje) esquece ou tenta afastar Deus da sua história.

A Ressurreição de Jesus traz uma realidade nova para o mundo: nós podemos participar da vida divina, porque pela Ressurreição de Jesus o mundo de Deus entrou definitivamente no mundo humano. O modo como participamos da vida divina é semelhante ao fermento que leveda a massa do pão: é uma experiência interior, que faz crescer o amor e a fé dentro de quem se torna discípulo amado de Jesus. Este não exige muitas provas porque é capaz de ler na simplicidade dos sinais a passagem divina.

Formação Litúrgica

Ministério de Leitores

A Liturgia da Palavra é uma celebração. É necessário, pois, que se note que celebramos a Palavra, como depois celebramos a Eucaristia.

Assim, não é nem um momento de leituras atropeladas que se colocam antes da homilia e da celebração eucarística; nem uma reunião de instrução ou de discussão que, depois, concluirá com os ritos eucarísticos (que ficarão, assim, desvalorizados, porque não são tão "instrutivos").

O serviço do leitor é muito importante dentro da assembléia. Os que o realizam devem estar conscientes disso e viver a alegria e, ao mesmo tempo, a responsabilidade de ser os que tornarão possível que a assembléia receba e celebre aquela Palavra com a qual Deus fala aos seus fiéis, aqueles textos que são como que textos constituintes da fé.

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